Liga da Justiça: O Trono de Atlantis - Você é minha Maravilha e eu sou seu SuperMan (8)



O Aquaman tá na frente do Superman na pose da foto \o/



Ontem mesmo fui aos States para assistir o novo filme  da Liga da Justiça, o Trono de Atlantis, e realmente ele dividiu minha opinião de início. Ao mesmo tempo que a trama tinha pontos interessantes também acabava sendo extremamente infantilizada e até omissa em detalhes importantes.


Aquaman apanhando - Ele fica bem acostumado com isso no filme.
Logo de início se você ler o nome do filme por exemplo fica obvia a intenção de que o plot da história ia ser todo voltado para o Aquaman, contudo, apesar de puxar a sardinha para o lado dele hehe, o que nosso amigo Arthur faz com primor no filme é simplesmente apanhar, desde levar socos de humano, abissais, um pseudo Kraken do inferno e até do seu meio irmão ORM, se houvesse uma lagosta meio pônei no filme ela seria mais forte que o Aquaman. O poder mais eficiente dele na história é falar com os peixes, e ele desenvolve essa habilidade do nada, basicamente apanha algumas vezes e magicamente aprende a falar "baleiês". 





No desenho, dentro de seus 72 min houve tempo para tentar se desenvolver cinco romances diferentes, que são:


Superman e Mulher Maravilha: Continuam naquela ensebação de serem feitos um para o outro pois são como deuses na terra.



Superman e Louis Lane: O azulão simplesmente larga a mão da princesa amazona ao ser avistado por Louis, deixando bem claro  o que vai acontecer nos próximos filmes.

Super largando a mão da Mulher Maravilha ao ver a patroa que vale.



Cyborg e Ferreira Médica: Sem dúvida o romance mais infantil da história,, que demonstra que o nosso amigo robótico é tão pereba que acaba aceitando conselhos amorosos do Shazam.


Aquaman e Mera: O casal mais bem desenvolvido desde Thor e Jane Foster, eles realmente se apaixonam em 0,3 segundos e do nada estão se pegando.



Aquaman e Lagosta: O casal que vale! A maior história de amor da DC! Arthur enfrenta vários humanos que resolvem por causa de sua nova companheira crustácea, apanhando até a cena ficar chata, e depois usando seu super poder de arremessos.
Olha a cara de taradão do Arthur.
Outro problema da animação é o que eu vou chamar de efeito X-men Evolution, aonde o novo inimigo quando surge tem força o suficiente para derrotar 52 ligas da justiça seguidas e no final acaba sendo derrotado de uma maneira idiota.

Super indo naninha aos pés de Orm
O vilão da história é tão bosta que assume na frente da liga toda ter matado a própria mãe sem droga de motivo algum, dando margem para o plot mais clichê de todos os tempos, que é o Cyborg ter gravado o que ele disse e mostrar pra todos os atlantis que estavam invadindo a superfície sobre o comando do seu novo rei traidor.

Jura? Nem desconfiaram quando o maluco mandou eles pra guerra quando a rainha queria paz.
Além disso tudo, o esforço para transformar o Lanterna Verde das animações num bosta que nem o do live action continua, sendo ele um dos mais poderosos super-heróis do universo a participação mais importante dele foi fazer um robô aspirador gigante. 

Não podemos esquecer que novamente ele faz uma pista de Hot Wheels - Ryan Reynolds 4eva

A participação do Cyborg se restringe a ser um garoto te recados e bucha dos buchas, podendo facilmente ser trocado na história por um MP3 importado pelo polvo aranha. 

O Batman da carteirada em todos que pode, xingando o Lanterna pra variar e sendo a mente brilhante por trás do plano de exibir a gravação para os atlantis.

Acho que tem mais orca nessa cena do que no planeta terra atualmente
Resumindo, o filme é bonito, tem uma arte foda apesar de totalmente exagerada no que tange a anatomia de alguns personagens, contudo peca em roteiro e continuidade, tendo alguns momentos que as lutas ficam um tanto desconexas e que a forçação de barra nos poderes fica notável, basicamente acaba passando a mesma sensação que o Liga da Justiça - Guerra passou, a de ser um filme que poderia ser muito mais se fosse feito com o mesmo carinho que as animações anteriores da DC eram feitas.

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