Sidekicks – A saga dos parceiros de heróis

(Hq humorística Side Kick muito bem recomendada)
Existem muitas zoeiras que poderíamos fazer com os parceiros de heróis, mas de onde eles surgiram? E porque eles continuam a existir?

Primeiro vamos voltar um pouco no tempo durante a grande depressão americana até a segunda grande guerra, nesse período os quadrinhos eram comprados por todos e eram de diversos tipos, porem o mercado queria atingir um publico alvo que poderia suportar o mercado enquanto a maioria deles estava sem seus pais, grande parte ou estava fazendo de tudo para conseguir dinheiro para sustentar suas famílias ou na guerra.

Dito isso o conceito de ser um parceiro de seu herói favorito a qual as crianças poderiam se identificar era valido, além de comercialmente viável brincava com a ausência dos pais que era sentida pela maioria das crianças da época, após o sucesso de Robin vários outros heróis tiveram parceiros, jimmy Olsen em muitas historias do superman era seu parceiro, chegando inclusive a ganhar super poderes em diversas edições, além é claro de super girl e outros personagens que foram surgindo no universo do super homem, nem vamos falar do Rick Jones da Marvel que já foi parceiro de quase todos os heróis da Marvel.
O conceito voltou a ser popular com o inicio do legado na dc comics após a crise das infinitas terras, o surgimento de grupos de adolescentes era evidente e a dc começou a explorar, primeiro com os novos titãs uma equipe que perdurou junto com os personagens em varias fazes, enfrentando os problemas do envelhecimento muito mais do que seus rivais os x-men.

Vemos a transição de heróis inexperientes para heróis adultos, em especial com o Robin que acaba virando asa noturna (em homenagem a um herói da cidade de kandor), ele assume seu papel individual e amadurece como personagem, dando a chance para outros robins surgirem.

Mas então qual é a importância e ainda a validade de um personagem ajudante? Primeiro tem aquela velha metáfora de mestre e aprendiz que não para de funcionar, que também serve para a metáfora do legado, que o individuo pode morrer, mas o que ele representa pode viver para sempre através daqueles que aprendem com ele.

O legado ainda funciona? Claro que sim, existem personagens que podemos citar que funcionaram apesar das editoras renegarem eles recentemente 



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