Life Is Strange, Episódio 4: The Darkroom - Potencial jogo do ano


Life Is Strange é um jogaço, já fiz uma pequena resenha sobre os três primeiros episódios (sem spoilers, aqui) e esse eu juro que tentarei fazer sem nenhum spoiler muito grande. Porém, o jogo cada vez mais te coloca numa situação que parece que você não vai conseguir sair dela. Max e Chloe te colocam em uma crescente sem tamanho e mostra que esse jogo por mais que seja bonito, não tem nada de feliz ou bobinho como sua estética aparenta ser. 


Max e Chloe se tornam uma dupla que faz você torcer por elas e muitas vezes sofrer com suas situações. E isso te faz seguir em frente junto com a história. Esse episódio, principalmente, faz com que você se sinta cada vez mais na situação de Max e como é complicado ter um poder para voltar no tempo. A Dontnod te deixa apreensivo e tentando decifrar cada pista do mistério que envolve Rachel Amber, a amiga desaparecida de Chloe. E o jogo te coloca no final do terceiro episódio, te fazendo se sentir bem mais culpado pelo final de Chaos Theory e te mostrando o por que não se deve mexer com o passado. 


Diferente de Chaos Theory que é um soco no estômago do começo ao fim, Dark Room te quebra as pernas no final do jogo, te deixando cada vez mais alucinando e esperando pelo último episódio. A tensão que ele te deixa é tão grande que você chega a se sentir fisicamente mal pelo o que acontece com os personagens. Por isso que para mim, Life Is Strange é um grande candidato da jogo do ano. Principalmente por causa de sua história e a forma como ela é abordada, além da direção de arte do jogo e as vozes. As vozes são perfeitas para seus personagens e os atores te transportam pro jogo. Talvez pelo fator tão imersivo, esse jogo tenha mexido comigo de maneira diferente. Ele é um jogaço, te prende a cada minuto e a cada hora de gameplay é tão satisfatória que passa voando.

Minha nota é 10/10, melhor episódio até agora, e com certeza melhor que muito jogo por aí. 

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