Análise - Black Mirror

Você acordou hoje de manhã, e pensou "Poxa, bem que eu queria um pouco de depressão na minha vida"?
Está cansado de todas essas histórias de filmes e séries com final feliz?
Quer a vida real na sua cara, seca e sem enrolação?
Nós temos a solução pra você!


Black Mirror se trata de uma série britânica em que cada episódio é um mini-filme, completo com atores diferentes, histórias diferentes, e problemas diferentes.
A única relação entre os episódios é que todos tem a mesma proposta: Fazer analogias com o apego do ser humano com a tecnologia,  e até onde as mídias sociais podem influenciar em nossa vida.


Você pode estar se perguntando "Como assim, uma série sem continuidade?", pois é exatamente esse o charme do projeto, e que é executado com primor, pois no curto período de 40 minutos à uma hora, conseguem fazer com que você se importe com as pessoas representadas ali.


Sobre a parte depressiva, bem... Você deve assistir para experimentar.
A proposta de cada episódio ser uma história tem exatamente a função de alcançar públicos diversificados, pois ao menos um dos episódios vai mexer com seus sentimentos (e vai te fazer sentir realmente um lixo).
Pessoalmente, o segundo episódio (Quinze milhões de méritos) foi o que mais me afetou, me deixando pensativo por várias horas, e é provavelmente um dos mais famosos.

Até agora foram lançadas duas temporadas, mas uma terceira temporada está a caminho, nas mãos da Netflix.


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