Precisamos falar sobre Stranger Things


Se você é um Amish, mora na Coréia do Norte, é um monge, vive em outra galáxia ou seu líder religioso não te deixa assistir séries, então você não conhece a série Stranger Things da NETFLIX.

Esperamos o hype passar e que todos pudessem assistir á essa bela homenagem à uma época saudosa. Mentira! Somos pobres e não temos conta na Netflix. E quem tinha conta saiu do site e não emprestou a senha. E também porque uma hora, deveríamos falar disso levamos o entretenimento à sério, né?!

Os irmãos Duffer nos presenteiam com uma excelente (Sim, fanático bobão! Excelente, não "A MELHOR COISA DO UNIVERSO!!!!") história de ficção, suspense e aventura que nos faz sentir todo o clima dos anos 80.

A história se passa em Hawkins, Indiana, no ano de 1983 e  conta a história de Will Bayer (se é Byer, é bom!) que desaparece misteriosamente. Enquanto a polícia, a família e os amigos procuram respostas, eles acabam entrando em um mistério, envolvendo um experimento secreto do governo, forças sobrenaturais e uma menina esquisita.

Os novos queridinhos da vai em bora do América 

Um trabalho que talvez não tivesse o mesmo impacto e recepção se não fossem as atuações dos protagonistas mirins, que cativaram toda uma legião de fãs que não estariam nem aí pra série se ainda estivesse passando Game of Thrones ávidos por coisas novas e de qualidade. Destaque para o elenco principal contando com as crianças (Na ordem da imagem): Finn Wolfhard (Mike Wheeler), Caleb McLaughlin (Lucas Sinclair), Noah Schnapp (Will Byers), Gaten Matarazzo (Dustin Henderson) e Millie Bobby Brown (Onze).

Romance adolescente clichê (aliás, qual romance adolescente não é clichê?!)

Entre os adultos: David Harbour (Xerife Jim Hopper), Winona Ryder como a mãe do Will (Joyce Byer) - inclusive, marca um excelente retorno para a atriz -, Charlie Heaton como irmão de Will (Jonathan Byer), Natalia Dyer como a irmã do Mike (Nancy Wheeler), Joe Keery como o namorado babaca da Nancy (Steve Harrington) e Matthew Modine como o vilão da série (Dr. Martin Brenner).

Winona Ryder voltando a interpretar bons papeis.

Na trama, dividida em três histórias paralelas (que fluem naturalmente, sem deixá-la chata), temos o desaparecimento do garoto (a trama sobrenatural), um romance adolescente (não chega a quebrar o ritmo da série) e a investigação por parte do Xerife e da mãe do garoto que aponta toda uma conspiração do governo e tal, somos bombardeados por pirocas (se alguma atriz de novela entender a referência...) diversas referências a muitos clássicos do cinema oitentista.

Tabuleiro ouija natalino...

Como se não bastassem todas as referências aos filmes mais icônicos dessa década de 80, ainda podemos perceber grandes similaridades em vários contos de Stephen King, como Carrie: A Estranha, The Tommyknokcer, O Talismã, Os Olhos do Dragão, contos como O Neoeiro e A Excursão. Talvez pelo uso do flashback em diversas partes da série, como acontece bastante nos livros de King. Alguns apontam que a própria logo da série já seja uma referência ao nome de King em seus livros. 

Hopper e sua filha em um flashback

Pra quem ainda não assistiu (Sim, algumas pessoas tem uma vida) e o post não convenceu, pode dar uma olhada no trailer da série e dar uma conferida depois!


E aí?! Se você já assistiu (Sim, estou falando com vocês dois!), diz aí o que você achou da série. 

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