Igualdade entre os sexos: Por que ela não pode ficar sem blusa?



Vamos falar de um assunto polemico!



Recentemente os ânimos se alteraram nesse recinto virtual em virtudes da seguinte imagem/declaração:

Sem entrar no mérito do fato de que NINGUEM É DIGNO de questionar o Bruce Willis, damos sequência a nossa explanação. 


Aparentemente a discussão tange aos mais intrínsecos âmagos feministas e machistas, aonde o que se discute é a liberdade de se fazer o que quer ou de não fazer o que quer. Neste ponto, temos uma discussão não muito simples de que abrange saber o que é igualdade e equidade. 
Contudo, o politicamente correto cerceia a expressão (e o inverso é verdadeiro também), o que torna a imagem acima um tanto quanto machista, só que partindo desse pressuposto a discussão deixa de abranger toda sua complexidade e profundidade que deveria. 
Dizer que homens e mulheres podem fazer as mesmas coisas é um argumento válido, realmente muito importante na busca de igualdade, contudo, igualdade nunca foi e nem vai ser plenamente aplicável ao caso concreto. Enquanto o argumento for “Homens podem fazer TUDO o que as mulheres fazem, ou visse e versa” estaremos sendo levianos. Muitos homens não conseguem fazer o que outros fazem, e no caso das mulheres o fato se repete, por que cada ser humano é um individuo único dotado de toda uma complexidade que não pode ser resumida em seu gênero ou sexualidade.

A própria justiça entende que existem SIM diferenças entre as pessoas e gêneros, como evidenciado na lei Maria da Penha.
Ignorar as diferenças dos gêneros, as pessoalidades, as características é ferir por si só o a isonomia da sociedade, pois, para buscar uma verdadeira equidade o necessário é saber-se das diferenças, e trabalhar com elas, ou como se diz no direito “Tratar os iguais igualmente, e os desiguais na medida da sua desigualdade”.

O que pode parecer simplesmente um princípio que se aplica a penas ou sansões na realidade é uma das maiores verdades universais, pois, a medida da desigualdade não é algo que inferiorize ou que gere separação para tal princípio, e sim uma medida que gere a busca por uma igualdade material ou equidade no meio, como por exemplo pessoas com maior renda pagar maiores taxas de impostos, pessoas que cometem crimes terem seus direitos cerceados ou os cadeirantes terem direito a rampas de acesso.
Nunca se pode analisar um argumento por mais superficial que seja de maneira apartada da realidade, vivemos SIM em uma sociedade machista, que dá privilégios a certas classes e discrimina quem não atende aos seus caprichos, então o protesto é sim válido, pois isso deve ser combatido, mas daí até defender-se que mulheres podem ou não andar com os seios expostos na rua temos uma longa jornada. Esta jornada passa por MUITOS pontos, desde a moral de cada um e do seu meio (muitas mulheres por si só podem achar isso errado, pelas suas próprias convicções, por questões religiosas ou seja o que for) até mesmo uma questão científica. 

Em um ponto de vista BIOLÓGICO e CIENTÍFICO, constata-se que a espécie humana é a única que tem os seios PROEMINENTES e destacados durante toda a sua vida adulta, fato este que é atribuído ao fato de, por ter se tornado uma espécie bípede o ato do coito não se pratica de forma necessariamente convencional. Os mamíferos em geral procriam de quatro, aonde o macho cobre a fêmea, que possui o quadril empinado e saliente justamente por isso.

Na espécie humana constata-se que os seios permanecem proeminentes todo o tempo, e não só no período da amamentação ou cio como nos outros mamíferos, fato este que é atribuído ao fato da relação sexual não ser necessariamente feita de quatro, tornando os seios como algo atrativo ao macho na hora de copular e também ao fato da espécie humana não ter um período de cio, podendo praticar o sexo a qualquer momento. Outro fato que apoia este argumento, é que os seios se tornam mais volumosos e proeminentes no período que a garota se torna madura sexualmente, ou seja, já estaria pronta para praticar o coito e perpetuar a espécie.
Essas modificações fisiológicas são cientificamente estudas por cientistas a muito tempo, e fazem parte da teoria da evolução e adaptação das espécies. Logo, ignorá-lo, seria dizer que não somos algo que somos. Não somos afinal uma espécie em constante mudança e evolução? Aonde a adaptação nos muda e aprimora?


Questionar o preconceito, é sim válido. Lutar contra os machismos, racismos, preconceitos de cunho econômico é algo que deve ser feito, mas daí até negar o simples fato que os seios são cobertos na sociedade para evitar a atração sexual não desejada é um análise rasa e fora da realidade. Ao mesmo tempo que é triste uma mulher ter que cobrir seu busto para não ser “atacada” visual ou fisicamente por alguns homens que não conseguem se conter (sendo estes doentes ou simplesmente desgraçados sem educação e moral), o inverso é fato, aonde mulheres sim usam dos seus seios para serem sensuais e mais atraentes, fato este que não é errado ou certo, mas sim uma simples característica plausível do gênero.
Sem mimimi, essa é minha opinião pessoal fundamentada em fatos científicos e políticos, e no momento que se desce de nível ao ponto de ofender um redator em uma discussão que poderia ser saudável e produtiva se perde qualquer resultado positivo que poderia vir dessa discussão. Coisa que infelizmente aconteceu da última vez.
Não vou discutir com ninguém dos comentários, não gosto nem de pessoas machistas e feministas, perdemos muito tempo querendo nos diferenciar em vez de nos tornar iguais e lutar pelo planeta, contudo, acho tosco ofender os outros atoa. Fica aí meu ponto de vista.


Algumas fontes:


Monotype Coursiva 17 italico.


Arial 12 negrito.




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