Mulher Maravilha: Funcionarias da Onu protestam contra a nomeação da personagem pelo fato dela ser atraente

Então, a Mulher Maravilha foi nomeada como embaixadora da ONU pelos direitos da mulher, mas algumas funcionarias não gostaram nada disso.
A Mulher-Maravilha foi escolhida pela Organização das Nações Unidas para ser uma embaixadora honorária pelo empoderamento de mulheres e meninas. A ocasião não poderia ter um timing melhor, já que muitos eventos importantes relacionados à personagem estão acontecendo em 2016: ela ganhou sua primeira versão cinematográfica na pele da israelense Gal Gadot; está completando 75 anos de vida; a primeira atriz a vivê-la, Lynda Carter, está de volta ao mundo dos super-heróis como presidente dos EUA na série da Supergirl; Greg Rucka, atual autor de suas revistas, confirmou que a personagem é bissexual.

Apesar da importância da iniciativa, nem todos concordaram com ela. Um grupo de funcionários da ONU protestou, no dia da nomeação, contra a escolha da Mulher-Maravilha para simbolizar o empoderamento feminino e a igualdade de gênero. A alegação deles foi que a mulher maravilha é representada nos quadrinhos de maneira muito atraente, com seios enormes e coxas exuberantes, longe de ser uma representante do feminismo ou dos direitos das mulheres atualmente, que seu criador poderia ter tido as melhores intenções do mundo, mas vivia um relacionamento poligâmico e que era extremamente machista disfarçado de feminista, sem falar que personagens de quadrinhos são ridículos, mais informações sobre o ato no vídeo abaixo.